MAKEDA

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“Porque amamos uma saia modesta”

Eu não sou Charlie, je ne suis pas Charlie: Pe. Antonio Piber

Leonardo Boff

Houve um esquecimento de minha parte: não citei o nome do artigo publicado abaixo: Pe.Antonio Piber, material que recebi via internet (quatremains). Peço desculpas aos leitores/as.

Há muita confusão acerca do atentado terrorista em Paris, matando vários cartunistas. Quase só se ouve um lado e não se buscam as raízes mais profundas deste fato condenável mas que exige uma interpretação que englobe seus vários aspectos, ocultados pela midia internacional e pela comoção legítima face a este ato criminoso. Mas ele é uma resposta a algo que ofendia milhares de fiéis muçulmanos. Evidentemente não se responde com o assassinato. Mas também não se devem criar as condições psicológicas e políticas que levem a alguns radicais a lançarem mão de meios reprováveis sobre todos os aspectos. Publico aqui um texto de um padre, Antonio Piber, que é teóloogo e historiador e conhece bem a situação da França atual. Ele nos fornece dados…

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Para se entender o terrismo contra o Charlie Hebbo de Paris

Leonardo Boff

        Uma coisa é se indignar, com toda razão, contra o ato terrorisa que dizimou os melhores chargistas franceses. Trata-se de ato abominável e criminoso, impossível de ser apoiado por quem quer que seja.

Outra coisa é procurar analiticamente entender porque tais eventos terroristas acontecem. Eles não caem do céu azul. Atrás deles há um céiu escuro, feito de histórias trágicas, matanças massivas, humilhações e discriminações, quando não, de verdadeiras guerras preventivas que sacrificaram vidas de milhares e milhares de pessoas.

Nisso os USA e em geral o Ocidente são os primeiros. Na França vivem cerca de cinco milhões de muçulmanos, a maioria nas periferias em condições precárias. São altamente discriminados a ponto de surgir uma verdadeira islamofobia.

Logo após o atentado aos escritórios do Charlie Hebdo, uma mesquita foi atacada com tiros, um restaurante muçulmano foi incendiado e uma casa de oração islâmica foi atingida também por tiros.

Que…

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MARIENE DE CASTRO – Ponto de Nanã

Olá Amados, boa tarde! Sou Makeda, e trago uma sugestão de música afro para relaxar e acalmar nesse finalzinho de tarde! Xêro na alma! 🙂

 

Pensamentos de Maria Botelho

Pra quem gosta de pensamentos românticos, reflexivos… Leiam os pensamentos desta moça: Maria Botelho.

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Valsa

É estranho, pensava consigo mesma a adorável Maria Botelho, sonhar, sentir falta, amar alguém a quem nunca vistes sequer o rosto; alguém que vistes apenas em sonho numa silhueta que designa ser mais forte, alta, do que a sua; Seu abraço quente e protetor é algo que mesmo após acordar é possível recordar, pois ficou gravado em si… E os cabelos, há aqueles cabelos, negros como à noite e mais sedosos que a mais fina seda vinda das Índias nas naus mais famosas de todos os tempos. Atordoada e mergulhada em seus pensamentos, Maria tentava desvendar o porquê de tudo isso, haveria um plano maior? Destino? Ah! Tudo isso era muito surreal para alguém que acreditava desde a idade mais tenra que ela é quem faz seu destino, e este jamais poderia já vir traçado, como o da mais bela das roseiras que nasce como um simples botão, cresce, floresce…

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Inside Gaza with Photographer Peter van Agtmael

Pensamentos de Maria Botelho

Valsa

É estranho, pensava consigo mesma a adorável Maria Botelho, sonhar, sentir falta, amar alguém a quem nunca vistes sequer o rosto; alguém que vistes apenas em sonho numa silhueta que designa ser mais forte, alta, do que a sua; Seu abraço quente e protetor é algo que mesmo após acordar é possível recordar, pois ficou gravado em si… E os cabelos, há aqueles cabelos, negros como à noite e mais sedosos que a mais fina seda vinda das Índias nas naus mais famosas de todos os tempos. Atordoada e mergulhada em seus pensamentos, Maria tentava desvendar o porquê de tudo isso, haveria um plano maior? Destino? Ah! Tudo isso era muito surreal para alguém que acreditava desde a idade mais tenra que ela é quem faz seu destino, e este jamais poderia já vir traçado, como o da mais bela das roseiras que nasce como um simples botão, cresce, floresce algumas primaveras e venha a falecer como a mais secas das plantas dos sertões. Não, para Maria o que importa é a oportunidade de cada dia fazer algo diferente, inusitado, sem ser predestinado, é audácia, é a sede de viver, o desejo de deleitar-se com a vontade de o real viver; no entanto, essa silhueta máscula, protetora e cheia de sentimentos de amor, tem lhe tirado o sono, ou melhor, lhe dado o melhor dos sonos, o tormento é que o sonho acaba no mais breve amanhecer, porém, este penetra em si feito o mais puro dos perfumes franceses, exalando durante todo o dia, inebriando seus pensamentos, refletindo em suas ações. Oh Céus! Por Deus, estaria a pobre rapariga amando! Amando o mistério, amando o desconhecido, na esperança de encontrar e viver esse amor. Vivia então Maria Botelho, em estado de Fé e, sobretudo de Amor.

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