MAKEDA

Arquivo para o mês “novembro, 2014”

MARIENE DE CASTRO – Ponto de Nanã

Olá Amados, boa tarde! Sou Makeda, e trago uma sugestão de música afro para relaxar e acalmar nesse finalzinho de tarde! Xêro na alma! 🙂

 

Pensamentos de Maria Botelho

Pra quem gosta de pensamentos românticos, reflexivos… Leiam os pensamentos desta moça: Maria Botelho.

MAKEDA

Valsa

É estranho, pensava consigo mesma a adorável Maria Botelho, sonhar, sentir falta, amar alguém a quem nunca vistes sequer o rosto; alguém que vistes apenas em sonho numa silhueta que designa ser mais forte, alta, do que a sua; Seu abraço quente e protetor é algo que mesmo após acordar é possível recordar, pois ficou gravado em si… E os cabelos, há aqueles cabelos, negros como à noite e mais sedosos que a mais fina seda vinda das Índias nas naus mais famosas de todos os tempos. Atordoada e mergulhada em seus pensamentos, Maria tentava desvendar o porquê de tudo isso, haveria um plano maior? Destino? Ah! Tudo isso era muito surreal para alguém que acreditava desde a idade mais tenra que ela é quem faz seu destino, e este jamais poderia já vir traçado, como o da mais bela das roseiras que nasce como um simples botão, cresce, floresce…

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Inside Gaza with Photographer Peter van Agtmael

Pensamentos de Maria Botelho

Valsa

É estranho, pensava consigo mesma a adorável Maria Botelho, sonhar, sentir falta, amar alguém a quem nunca vistes sequer o rosto; alguém que vistes apenas em sonho numa silhueta que designa ser mais forte, alta, do que a sua; Seu abraço quente e protetor é algo que mesmo após acordar é possível recordar, pois ficou gravado em si… E os cabelos, há aqueles cabelos, negros como à noite e mais sedosos que a mais fina seda vinda das Índias nas naus mais famosas de todos os tempos. Atordoada e mergulhada em seus pensamentos, Maria tentava desvendar o porquê de tudo isso, haveria um plano maior? Destino? Ah! Tudo isso era muito surreal para alguém que acreditava desde a idade mais tenra que ela é quem faz seu destino, e este jamais poderia já vir traçado, como o da mais bela das roseiras que nasce como um simples botão, cresce, floresce algumas primaveras e venha a falecer como a mais secas das plantas dos sertões. Não, para Maria o que importa é a oportunidade de cada dia fazer algo diferente, inusitado, sem ser predestinado, é audácia, é a sede de viver, o desejo de deleitar-se com a vontade de o real viver; no entanto, essa silhueta máscula, protetora e cheia de sentimentos de amor, tem lhe tirado o sono, ou melhor, lhe dado o melhor dos sonos, o tormento é que o sonho acaba no mais breve amanhecer, porém, este penetra em si feito o mais puro dos perfumes franceses, exalando durante todo o dia, inebriando seus pensamentos, refletindo em suas ações. Oh Céus! Por Deus, estaria a pobre rapariga amando! Amando o mistério, amando o desconhecido, na esperança de encontrar e viver esse amor. Vivia então Maria Botelho, em estado de Fé e, sobretudo de Amor.

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